Percebeu sinais, recebeu uma suspeita ou já está em investigação? Nem sempre é simples transformar diferentes observações, dúvidas e informações em um próximo passo claro.
Uma família pode começar a perceber diferenças na comunicação, interação social, sensibilidade sensorial, comportamento ou rotina. Uma pessoa adulta pode reconhecer padrões em sua própria trajetória. Um profissional pode precisar organizar observações acumuladas durante um acompanhamento. Em outros contextos, informações importantes podem estar distribuídas entre família, escola, clínica ou rede de cuidado.
É nesse espaço — entre perceber sinais e organizar melhor as informações para uma investigação — que se insere o AURA-T.
O AURA-T foi apresentado pelo Jornal da USP, em agosto de 2026, como a primeira teletriagem para neurodiversidades do Brasil (Jornal da USP, 2026). Desenvolvido pela Braine, é uma teletriagem neurodesenvolvimental orientativa que combina respostas estruturadas e informações contextuais para organizar sinais, padrões e dimensões relevantes à investigação de neurodivergências.
Sua principal aplicação atual está relacionada à investigação do Transtorno do Espectro Autista (TEA), podendo também organizar elementos relevantes à compreensão de hipóteses associadas ou diferenciais.
O resultado é um relatório orientativo, pensado para acrescentar informação e contexto à jornada da própria pessoa, de famílias e, quando aplicável, de profissionais e redes de cuidado.
A palavra orientativa é essencial: o AURA-T não substitui avaliação diagnóstica e não transfere à tecnologia a responsabilidade pelas decisões que vêm depois.
Em resumo: o que é o AURA-T?
O AURA-T é uma teletriagem neurodesenvolvimental orientativa.
O que faz: organiza respostas, sinais e informações contextuais.
O que entrega: um relatório orientativo relacionado à aplicação realizada.
Quem pode responder: dependendo do contexto, a própria pessoa, um responsável ou um profissional autorizado.
Principal aplicação atual: investigações relacionadas ao TEA, podendo revelar informações relevantes para hipóteses associadas ou diferenciais.
O que não faz: não substitui avaliação diagnóstica, não confirma sozinho um diagnóstico e não determina automaticamente uma conduta.
O que significa teletriagem orientativa?
Triagem, investigação e diagnóstico não significam a mesma coisa.
Uma triagem ajuda a identificar e organizar informações que podem merecer atenção adicional. Dependendo da situação, pode contribuir para decidir se uma investigação deve ser aprofundada, preparar uma conversa com profissionais ou acrescentar uma nova fonte estruturada de informação a um processo já iniciado.
O diagnóstico envolve outra responsabilidade. Uma avaliação neurodesenvolvimental adequada pode envolver história do desenvolvimento, diferentes fontes de informação, observações, critérios clínicos, funcionamento em diferentes contextos e investigação de condições que podem coexistir ou produzir apresentações semelhantes (Yu et al., 2024).
Diretrizes do National Institute for Health and Care Excellence também distinguem reconhecimento de sinais, encaminhamento e avaliação diagnóstica e orientam que uma avaliação considere história, comunicação, interação, comportamento, contexto familiar e educacional e possíveis diagnósticos diferenciais (National Institute for Health and Care Excellence [NICE], 2017).
No Brasil, a própria organização da Atenção Primária à Saúde também permite compreender essa distinção. O Ministério da Saúde aborda o uso do M-CHAT-R/F para rastreamento de sinais relacionados ao TEA em crianças pequenas, sem transformar o resultado do rastreio em um diagnóstico (Ministério da Saúde, s.d.).
Esse princípio ajuda a compreender o lugar do AURA-T.
O objetivo da teletriagem não é transformar uma resposta ou uma pontuação em uma sentença. É tornar sinais e contexto mais organizados e úteis para uma investigação.
Por que o AURA-T é considerado a primeira teletriagem para neurodiversidade no Brasil?
O AURA-T não surgiu apenas como um questionário colocado na internet.
Sua trajetória está ligada à pesquisa acadêmica, à Ciência da Informação, ao desenvolvimento de tecnologias inclusivas e à investigação de como inteligência artificial, informação, governança e neurodiversidade podem se encontrar de forma responsável.
Uma das bases acadêmicas dessa trajetória está na dissertação de mestrado “Desenvolvimento de soluções tecnológicas inclusivas em saúde mental: a interseção entre Ciência da Informação, inteligência artificial ética e neurodiversidade”, defendida por Gabriel Felipe Cotta Cirino na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. O estudo investigou a aplicação conjunta de Ciência da Informação, IA ética e neurodiversidade no desenvolvimento de tecnologias inclusivas e incluiu o AURA-T entre as soluções discutidas (Cirino, 2024).
Em 2025, o AURA-T também apareceu de forma específica na produção científica. Trabalho apresentado no XI Congresso Internacional em Tecnologia e Organização da Informação discutiu o AURA-T como interface informativa para a triagem precoce do autismo, abordando fundamentos teóricos, desenho orientado por evidências e visão geral do desenvolvimento da solução (Prado et al., 2025).
A trajetória também ganhou visibilidade pública. Em fevereiro de 2025, o Jornal da USP apresentou a iniciativa como uma plataforma inédita no Brasil relacionada ao uso de inteligência artificial no contexto do autismo (Quinto, 2025). Em maio daquele ano, outra publicação da Rádio USP abordou a plataforma e sua proposta de apoio a pessoas neurodivergentes (Silva, 2025).
Em 2026, uma nova etapa da pesquisa chegou à literatura internacional com a publicação, pela Springer Nature, do capítulo “AURA-T: A Standards-First, Privacy-Preserving Pipeline for Neurodevelopmental Care—from External Intake to De-Identified Analytics and Secure Delivery”.
O trabalho descreve elementos da arquitetura tecnológica e informacional do AURA-T relacionados a padrões, interoperabilidade, privacidade, proveniência, separação entre informações identificáveis e ambientes analíticos e entrega controlada de informações (Cirino et al., 2026).
Em agosto de 2026, o Jornal da USP passou a descrever explicitamente o AURA-T como a primeira teletriagem para neurodiversidades do Brasil (Jornal da USP, 2026).
Assim, o pioneirismo do AURA-T pode ser compreendido dentro de uma trajetória documentada de pesquisa acadêmica, desenvolvimento tecnológico, produção científica e reconhecimento público.
Para quem o AURA-T pode fazer sentido?
O ponto de entrada não precisa ser um diagnóstico presumido.
O AURA-T pode fazer sentido quando:
- uma pessoa ou família percebe sinais e deseja organizá-los melhor;
- existe uma suspeita que ainda precisa ser compreendida;
- uma investigação neurodesenvolvimental já começou;
- se deseja acrescentar uma fonte estruturada de contexto a um processo em andamento;
- existe uma conversa futura com um profissional e é útil chegar a ela com informações mais organizadas;
- uma reaplicação posterior faz sentido dentro de uma finalidade e de um protocolo definidos.
O produto também não deve ser reduzido a um único perfil de usuário.
Adultos podem reconhecer padrões na própria trajetória. Responsáveis podem responder sobre crianças ou adolescentes. Profissionais autorizados podem participar em contextos definidos.
Em ambientes profissionais ou institucionais, o AURA-T pode integrar fluxos mais amplos, desde que estejam claros os papéis, as autorizações, a finalidade e a responsabilidade humana pela interpretação.
Como funciona o AURA-T na prática?
A experiência pode variar de acordo com idade, desenvolvimento, finalidade, contexto, quem responde e versão aplicável.
De forma simplificada, a jornada pode ser compreendida em seis momentos.
1. Contextualizar
Primeiro, é necessário entender para quem a teletriagem está sendo realizada, quem está respondendo e qual é o contexto de utilização.
Autorizações e consentimentos aplicáveis fazem parte dessa etapa.
2. Responder
A jornada reúne respostas estruturadas e, quando aplicável, informações contextuais sobre situações, rotina, histórico informado, comportamento, ambiente e impacto percebido.
3. Organizar sinais e contexto
As respostas não são tratadas apenas como uma pontuação isolada.
Informações estruturadas e qualitativas ajudam a tornar diferentes sinais e padrões mais legíveis dentro do contexto informado.
4. Estruturar o perfil dimensional
Conforme a etapa do neurodesenvolvimento e a versão aplicável, diferentes dimensões ajudam a organizar aspectos que podem merecer uma leitura mais cuidadosa.
5. Produzir uma síntese orientativa
As informações da aplicação são estruturadas em uma síntese que pode incluir contexto, perfil dimensional, pontos de atenção e hipóteses investigativas dentro dos limites do produto.
6. Receber o relatório e considerar os próximos passos
Ao final da aplicação, é disponibilizado um relatório orientativo.
Ele pode ajudar a própria pessoa ou família a compreender melhor as informações reunidas e, quando fizer sentido, apoiar uma conversa posterior com profissionais.
O relatório é parte da jornada — não o encerramento automático de uma investigação.
O AURA-T analisa apenas uma pontuação?
Não.
Uma das características importantes da arquitetura atual do AURA-T é a combinação entre informação estruturada e contexto qualitativo.
Respostas objetivas podem ajudar a organizar informações e identificar padrões. Mas experiências humanas não existem apenas como números.
Contexto importa.
Uma mesma característica pode ter significados diferentes dependendo da idade, do ambiente, das demandas cotidianas, das experiências da pessoa, das estratégias que ela já desenvolveu e da perspectiva de quem está respondendo.
A literatura contemporânea sobre avaliação do autismo também reforça a importância de combinar diferentes fontes de informação e não reduzir decisões complexas a uma medida isolada (Yu et al., 2024).
Por isso, o AURA-T procura trabalhar com respostas e contexto, e não apenas com um escore.
O que o AURA-T observa?
A arquitetura da teletriagem procura acompanhar o estágio do neurodesenvolvimento.
Na primeira infância, aspectos como comunicação, interação, desenvolvimento motor, autonomia e trajetória dos marcos do desenvolvimento precisam ser lidos de maneira particularmente sensível à etapa da pessoa.
Nas etapas posteriores, a arquitetura atual organiza informações em dimensões relacionadas a áreas como:
- flexibilidade cognitiva;
- iniciação social;
- compreensão social;
- sensibilidade sensorial;
- planejamento e execução;
- regulação emocional;
- interesses específicos;
- controle de impulsos;
- empatia social;
- reatividade emocional;
- padrões comportamentais;
- resolução de problemas.
Essas dimensões precisam ser compreendidas corretamente.
Elas não são doze diagnósticos.
Também não representam doze “sintomas de autismo”, não definem a identidade da pessoa e não equivalem automaticamente aos domínios de instrumentos externos.
A intenção é organizar diferentes perspectivas de uma experiência neurodesenvolvimental, e não reduzir uma pessoa a categorias isoladas.
Quem pode responder ao AURA-T?
Dependendo do contexto, o AURA-T pode ser respondido:
- pela própria pessoa;
- por um responsável;
- por um profissional autorizado.
Quando o autorrelato é aplicável, a própria percepção da pessoa constitui uma fonte importante da investigação.
Em crianças, adolescentes ou outras situações previstas pelo fluxo, responsáveis podem contribuir com observações do cotidiano.
Profissionais também podem registrar informações quando houver vínculo, autorização e finalidade definidos.
Isso reconhece uma realidade importante: diferentes pessoas podem observar aspectos diferentes da mesma experiência.
Uma família pode perceber determinadas características em casa enquanto um profissional observa outras em ambiente clínico, educacional ou terapêutico.
Uma perspectiva não precisa automaticamente anular a outra.
O que existe no relatório orientativo?
A finalidade do relatório é transformar as informações reunidas durante a aplicação em uma estrutura mais compreensível.
Dependendo da versão e do contexto aplicável, ele pode organizar elementos como:
- contexto da aplicação;
- perfil dimensional;
- pontos que merecem atenção;
- integração de informações estruturadas e contextuais;
- síntese orientativa;
- hipóteses investigativas;
- possíveis próximos passos;
- referências utilizadas na contextualização.
Cada uma dessas camadas possui limites.
Um ponto de atenção não é um diagnóstico.
Uma hipótese investigativa continua sendo uma hipótese.
Uma dimensão não deve se transformar em um rótulo definitivo.
E um próximo passo não equivale a uma prescrição automática.
Para pessoas e famílias, o relatório pode funcionar como mais uma fonte organizada de informação em uma conversa posterior com um profissional ou uma equipe.
Em quais evidências e referenciais científicos o AURA-T se apoia?
Dizer que o AURA-T é orientado por evidências precisa ter um significado preciso.
Não significa citar instituições, manuais ou instrumentos reconhecidos e tratá-los como selos de aprovação do produto.
A arquitetura e a evolução do AURA-T dialogam com literatura científica, produção acadêmica própria, sistemas classificatórios e instrumentos reconhecidos no campo do neurodesenvolvimento.
Entre os referenciais estão a Classificação Internacional de Doenças — CID-11, da Organização Mundial da Saúde, e o DSM-5-TR, da American Psychiatric Association.
A OMS publicou as Clinical Descriptions and Diagnostic Requirements for ICD-11 Mental, Behavioural and Neurodevelopmental Disorders, oferecendo descrições e requisitos voltados, entre outras áreas, às condições do neurodesenvolvimento (World Health Organization, 2024).
O DSM-5-TR também situa o TEA entre os transtornos do neurodesenvolvimento e organiza seus critérios diagnósticos em áreas relacionadas à comunicação e interação social e a padrões restritos ou repetitivos de comportamento, interesses ou atividades (American Psychiatric Association, 2022).
Instrumentos de rastreamento ajudam ainda a compreender a diferença entre reconhecer sinais e diagnosticar.
O M-CHAT-R/F, por exemplo, é um instrumento de rastreamento baseado em relato parental para crianças pequenas. Um resultado de rastreio não equivale automaticamente a diagnóstico e, quando aplicável, pode indicar a necessidade de avaliação posterior (Robins et al., 2009).
No Brasil, o Ministério da Saúde incorporou o M-CHAT-R/F a estratégias de rastreamento na Atenção Primária à Saúde, reforçando a existência de uma etapa de rastreio anterior e distinta do processo diagnóstico (Ministério da Saúde, s.d.).
Diretrizes como a CG128 do NICE reforçam que uma investigação diagnóstica deve ser mais ampla, considerando história, observações, funcionamento, contexto, diagnósticos diferenciais e condições coexistentes (NICE, 2017).
A regra adotada para o AURA-T é, portanto, simples:
podemos explicar de quais referenciais aprendemos sem afirmar que o AURA-T é equivalente, certificado ou substituto de qualquer um deles.
Qual é o papel da inteligência artificial no AURA-T?
Inteligência artificial pode ajudar a organizar informação, estruturar dados, recuperar contexto autorizado e apoiar a produção de sínteses.
Isso não significa atribuir à IA autoridade clínica.
A publicação científica do AURA-T na Springer descreve uma arquitetura que envolve padrões de interoperabilidade, proveniência, separação de ambientes, mecanismos de privacidade, auditoria e geração estruturada de informações dentro de um fluxo governado (Cirino et al., 2026).
A distinção é importante:
a tecnologia pode apoiar a organização da informação; pessoas continuam responsáveis pela interpretação e pelas decisões.
Da mesma forma, a Braine não parte da premissa de que “quanto mais pessoas usam, automaticamente mais preciso o sistema se torna”.
Feedback e dados autorizados podem contribuir para novas versões, mas mudanças relevantes precisam ser controladas, avaliadas, versionadas e novamente analisadas.
Como funcionam privacidade, segurança e rastreabilidade?
Informações relacionadas à saúde e ao neurodesenvolvimento podem ser sensíveis.
Por isso, privacidade e segurança precisam fazer parte do desenho da jornada, e não apenas da comunicação.
A arquitetura publicada do AURA-T descreve preocupações relacionadas a controle de acesso, proveniência, auditoria e separação entre ambientes que processam informações identificáveis e camadas analíticas posteriores (Cirino et al., 2026).
A lógica é trabalhar com controles proporcionais ao risco, e não prometer que qualquer sistema digital seja “100% seguro”.
Consentimento, identidade, finalidade, acesso, versão e rastreabilidade são elementos importantes para uma utilização responsável das informações.
O que acontece depois da teletriagem?
Um relatório não encerra uma investigação neurodesenvolvimental.
Para algumas pessoas, o próximo passo pode ser simplesmente compreender melhor aquilo que vinham observando.
Para outras, pode fazer sentido conversar com um profissional.
Quem já está em acompanhamento pode utilizar o relatório como uma fonte adicional de contexto.
Em determinados protocolos, reaplicações posteriores também podem ajudar a registrar diferentes momentos de uma trajetória.
O princípio é simples:
mais informação deve ampliar a capacidade de compreender e decidir — não retirar a agência da pessoa.
O AURA-T faz diagnóstico de autismo?
Não.
O AURA-T é uma teletriagem neurodesenvolvimental orientativa.
Seu resultado acrescenta informação à investigação, mas não substitui avaliação diagnóstica e não deve ser interpretado isoladamente como confirmação ou exclusão de TEA.
A distinção entre rastreamento, triagem e diagnóstico também está presente em referenciais como M-CHAT-R/F, diretrizes do NICE, orientação da Atenção Primária brasileira e literatura científica contemporânea sobre avaliação do autismo (Robins et al., 2009; NICE, 2017; Ministério da Saúde, s.d.; Yu et al., 2024).
O AURA-T serve somente para autismo?
Não exatamente.
Sua principal aplicação atual está relacionada à investigação de TEA.
Sua arquitetura, entretanto, organiza diferentes dimensões neurodesenvolvimentais e pode revelar informações relevantes para hipóteses associadas ou diferenciais.
Isso não significa que o AURA-T “detecte qualquer neurodivergência” nem que exista atualmente o mesmo nível de cobertura e evidência para todas as condições neurodesenvolvimentais.
Essa distinção é importante para manter a comunicação proporcional ao estágio real da tecnologia.
Posso levar o relatório a um profissional?
Sim.
O relatório pode ser utilizado como mais uma fonte organizada de informação em uma conversa posterior com um profissional ou uma equipe.
Ele continua, entretanto, sendo um relatório orientativo.
Compartilhá-lo com um profissional não o transforma em diagnóstico, laudo ou prova conclusiva.
Como iniciar o AURA-T?
Se você percebeu sinais, recebeu uma suspeita ou já está em investigação, o AURA-T pode ajudar a organizar melhor respostas e contexto antes do próximo passo.
Teletriagem orientativa. O resultado não substitui avaliação diagnóstica.
Ainda tem dúvidas sobre acesso, aplicação ou relatório?
Referências
American Psychiatric Association. (2022). Autism spectrum disorder: DSM-5-TR fact sheet. American Psychiatric Association.
https://www.psychiatry.org/getmedia/d48f7fa6-b6c8-4f6c-888b-b0adfeb9f5b6/APA_DSM5TR_AutismSpectrumDisorder.pdf
Cirino, G. F. C. (2024). Desenvolvimento de soluções tecnológicas inclusivas em saúde mental: A interseção entre ciência da informação, inteligência artificial ética e neurodiversidade [Dissertação de mestrado, Universidade de São Paulo, Escola de Comunicações e Artes]. Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP.
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27163/tde-31032025-122629/?lang=pt-br
Cirino, G. F. C., Prado, B. da C., Scheffelmeier, B. B., Hayashi, V. G., de Souza, J. P. T., Monteiro Júnior, J. M., de Santana, B. M. O., de Souza, G. T., Jandrey, L. G. C., Silva, A. A. S., Silva, J. P. da, de Lima, G. M., & Paletta, F. C. (2026). AURA-T: A standards-first, privacy-preserving pipeline for neurodevelopmental care—from external intake to de-identified analytics and secure delivery. In H. Cherifi, L. M. Rocha, C. Cherifi, & Z. Ertem (Eds.), Complex Networks & Their Applications XIV (Studies in Computational Intelligence, Vol. 1266, pp. 286–295). Springer.
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